Um cliente que comprou um bolo em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, encontrou um rato morto dentro do alimento. A denúncia levou a Polícia Civil e a Vigilância Sanitária a fiscalizarem unidades do estabelecimento na quarta-feira, 14 de outubro. De acordo com a polícia, parte do bolo já havia sido consumida quando o roedor foi identificado.
A fiscalização ocorreu no âmbito da Operação Expurgo. Participaram da ação agentes da Delegacia de Proteção aos Direitos do Consumidor, Saúde Pública e da Propriedade Intelectual, Imaterial e Afins, conhecida como Decon, além da Vigilância Sanitária e da 13ª Delegacia de Polícia da Capital.
Durante as inspeções, as equipes encontraram fezes e urina de roedores em áreas do estabelecimento, produtos vencidos e condições inadequadas de higiene. As duas unidades fiscalizadas, localizadas na Zona Sul e na região central de Porto Alegre, foram interditadas.
A proprietária do estabelecimento, uma mulher de 41 anos, foi presa em flagrante por suspeita de crime contra as relações de consumo. O nome dela e o da empresa não foram divulgados pelas autoridades. A prisão em flagrante não representa uma condenação: a investigação e os procedimentos judiciais deverão apurar as responsabilidades pelo caso.
A Polícia Civil informou que a operação buscou interromper a produção e a comercialização de alimentos em condições sanitárias irregulares, que podem colocar consumidores em risco. Até o momento, não havia divulgação de problemas de saúde relacionados à ingestão do bolo.
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