Não existe uma forma de evitar todos os casos, mas alguns hábitos podem reduzir o risco da doença. Manter um peso corporal adequado, praticar atividade física, evitar bebidas alcoólicas e amamentar, quando possível, são medidas apontadas pelo Instituto Nacional de Câncer (INCA) como fatores de proteção.
Também é importante conhecer o aspecto habitual das próprias mamas. Nódulos, alterações na pele, mudanças no mamilo ou secreção espontânea são sinais que devem ser avaliados em uma unidade de saúde. Percebê-los não significa necessariamente que a pessoa tenha câncer, mas buscar atendimento ajuda a esclarecer a causa e, se necessário, iniciar a investigação sem demora.
A mamografia é um exame de rastreamento: pode identificar alterações antes do aparecimento de sintomas, mas não impede que o câncer surja. Desde 2025, o Ministério da Saúde recomenda o rastreamento pelo SUS para mulheres de 50 a 74 anos, a cada dois anos. Quando há sintomas ou histórico familiar de risco, a avaliação médica pode indicar outra conduta, independentemente da idade.
A prevenção acontece durante todo o ano. O Outubro Rosa reforça esse cuidado e a importância de conversar com profissionais de saúde, tirar dúvidas e procurar atendimento diante de qualquer alteração persistente.
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